Do primeiro toque ao relatório da consulta.
Seis passos, nenhum obrigatório de uma vez. Ela pode começar hoje só com as doses e trazer os exames depois — o app funciona mesmo pela metade.
e o primeiro lembrete
- 01
Baixar e criar a conta
- 02
Cadastrar o tratamento
- 03
Fazer o check-in do dia
- 04
Anexar exames e laudos
- 05
Gerar o relatório em PDF
- 06
Conectar o hospital (opcional)
Ela abre o app e o dia dela já está lá.
Na primeira abertura o app pergunta o essencial: qual o tratamento, em que ciclo está e quais os medicamentos. A partir daí a tela inicial mostra o ciclo atual, o check-in pendente e as doses de hoje.
- Conta criada com e-mail ou telefone — sem convite de hospital.
- Cada medicamento vira um lembrete no horário que ela definir.
- O anel de progresso mostra check-in, doses e tratamento do dia.


O check-in do dia leva dez segundos.
Humor, energia, sono e sintomas. Ela toca no que sentiu e o registro entra com data e hora — inclusive às três da manhã, quando não tem consulta marcada para contar.
- Náusea
- Febre
- Dor
- Cansaço
- Sono ruim
Três registros do mesmo sintoma em 24 h viram um padrão sinalizado — e sobem no topo da fila da equipe, se ela estiver conectada.
Ela fotografa o laudo. O resto é a Aura.
Exames, laudos e receitas entram por foto ou PDF e ficam organizados por mês, com busca. Quando chega a consulta, tudo isso vira um relatório de quatro páginas pronto para imprimir ou enviar.
- 4 páginassintomas, doses, exames e agenda do período
- PDFserve para qualquer médico, parceiro ou não


Conectar a equipe é decisão dela.
Se o hospital dela for parceiro, aparece um convite em “Compartilhar”. Ela aceita, e só a equipe daquela instituição passa a ver os registros. Pode desligar quando quiser.
Ver o que a equipe enxergaNem sempre é a paciente que registra.
Filha, marido, irmã, técnica de enfermagem. Em muitos tratamentos quem tem energia para anotar é quem está do lado — e o app foi feito para caber nas duas mãos.
- Situação 1
A paciente usa o app. O cuidador acompanha de longe.
Ela mantém o controle da conta e libera o acesso de acompanhamento. O cuidador vê o que foi registrado e recebe os avisos, mesmo morando em outra cidade.
- Vê ciclo atual, doses do dia e check-in pendente.
- Recebe aviso quando um sintoma grave é registrado.
- Ajuda a lembrar a dose sem ligar para perguntar.
- Ela decide o que fica visível — e pode desligar quando quiser.
- Situação 2
A paciente não usa o app. O cuidador lança tudo.
Quando ela não tem celular, não está em condições de mexer ou simplesmente não quer, o cuidador abre e mantém o perfil dela. Nada muda no resultado: o relatório sai igual, no nome da paciente.
- Registra sintomas por ela, com data e hora do que aconteceu.
- Confirma as doses tomadas e reprograma horários.
- Fotografa exames, laudos e receitas para a pasta.
- Gera o relatório em PDF e leva impresso na consulta.
O que o cuidador pode fazer
As mesmas funções do app da paciente, com um rótulo de autoria em cada registro.
Registrar sintomas
Náusea, febre, dor e cansaço, com intensidade e horário — inclusive retroativo.
Confirmar doses
Marca o que foi tomado, adia o que atrasou e ajusta os horários dos lembretes.
Anexar exames
Foto ou PDF de hemograma, laudo e receita, organizados por mês e buscáveis.
Agenda do tratamento
Consultas, sessões e exames marcados, com aviso na véspera para quem leva.
Gerar o relatório
O PDF de quatro páginas sai no nome da paciente, com autoria dos registros.
Falar com a equipe
Se o hospital for parceiro, o registro do cuidador chega na mesma fila de alertas.
Quando a paciente não tem condições de consentir, o vínculo é registrado como representação e a instituição responsável valida o acesso — do mesmo jeito que faria em papel.
Dúvidas de quem está começando.
Não. O app é gratuito e funciona sozinho. O convite só existe se a instituição dela já for parceira — e mesmo assim é ela quem aceita.
Nada se perde. O histórico aceita registro retroativo e o relatório mostra o período com o que existe. Um app de tratamento não pode cobrar assiduidade.
Sim. Em muitos tratamentos quem organiza a rotina é o cuidador. A conta pode ser usada em conjunto, e o relatório sai no nome da paciente.
Não. Ele organiza os valores e mostra a tendência entre coletas. Interpretação e conduta são sempre da equipe responsável pelo caso.

Comece hoje só pelas doses.
O resto ela adiciona quando fizer sentido. Grátis para a paciente, dados no Brasil.